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Um Blog jornal

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

(cinema) Astros de 'Harry Potter' foram atores mais bem pagos de 2009


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Os astros da série de cinema "Harry Potter", Daniel Radcliffe e Emma Watson, foram o ator e a atriz mais bem pagos de Hollywood em 2009, segundo uma lista da revista americana "Vanity Fair"
Para interpretar o protagonista nos dois filmes baseados no último livro de J.K. Rowling sobre o bruxo adolescente, Radcliffe, que tem 20 anos, recebeu US$ 40 milhões, além US$ 1 milhão que lhe foi pago em royalties pelos filmes anteriores, totalizando o equivalente a R$ 75,7 milhões.

Já Emma, com 19 anos, que vive Hermione Granger nas telonas, recebeu US$ 30 milhões, ou R$ 56,1 milhões, para atuar nos mesmos filmes. Rupert Grint, que completa o trio de amigos bruxos de Hogwarts, também aparece na listagem. Ele é o oitavo ator mais bem pago do mundo.

Ben Stiller e Tom Hanks foram, respectivamente, o segundo e o terceiro ator mais bem pago de 2009. Depois de Watson, a atriz mais bem paga foi Cameron Diaz.

O primeiro dos dois filmes baseados no capítulo final de Harry Potter, "As relíquias da morte", tem estreia prevista para este ano, enquanto a segunda e derradeira parte chegará aos cinemas no ano que vem.



 Classificação geral


No ranking das celebridades de Hollywood mais bem pagas, que inclui também diretores e produtores, Radcliffe foi o 6º colocado, o primeiro entre os atores, enquanto Watson terminou na 14ª posição, a mais bem colocada entre as mulheres. Grint foi o 15º.

Todos os cinco primeiros colocados da lista são diretores. O campeão do ano foi Michael Bay, diretor do filme "Transformers 2: A vingança dos derrotados", arrecadou US$ 125 milhões, seguido por Steven Spielberg, que engordou sua poupança em US$ 85 milhões.

James Cameron, diretor, roteirista e produtor do fenômeno de bilheterias "Avatar" apareceu na 4ª posição com "apenas" US$ 50 milhões, porque a lista só inclui os rendimentos até 31 de dezembro de 2009.

(cinema) Brittany Murphy morreu de pneumonia e intoxicação por remédios, diz legista


A atriz Brittany Murphy (Foto: AP)

Os resultados dos exames no corpo de Brittany Murphy, divulgados nesta quinta-feira (4), indicam que a atriz morreu de pneumonia, mas intoxicação por remédios prescritos também foi considerada um fator determinante na morte.

O porta-voz do instituto de medicina legal do condado de Los Angeles, Craig Harvey, afirmou que pneumonia foi a causa primária da morte, com anemia por deficiência de ferro no organismo e múltipla intoxicação de remédios como fatores secundários.

Harvey se negou a dizer que remédios estariam envolvidos. Ele afirma que esses detalhes serão revelados em cerca de duas semanas quando um relatório completo estiver pronto.

Murphy morreu em 20 de dezembro, aos 32 anos, depois de sofrer um colapso em sua casa em Hollywood Hills. Sua mãe e seu marido disseram que a atriz não abusava de remédios prescritos ou que sofresse de algum distúrbio alimentar.

(cinema) Brittany Murphy morreu de pneumonia e intoxicação por remédios, diz legista


A atriz Brittany Murphy (Foto: AP)

Os resultados dos exames no corpo de Brittany Murphy, divulgados nesta quinta-feira (4), indicam que a atriz morreu de pneumonia, mas intoxicação por remédios prescritos também foi considerada um fator determinante na morte.

O porta-voz do instituto de medicina legal do condado de Los Angeles, Craig Harvey, afirmou que pneumonia foi a causa primária da morte, com anemia por deficiência de ferro no organismo e múltipla intoxicação de remédios como fatores secundários.

Harvey se negou a dizer que remédios estariam envolvidos. Ele afirma que esses detalhes serão revelados em cerca de duas semanas quando um relatório completo estiver pronto.

Murphy morreu em 20 de dezembro, aos 32 anos, depois de sofrer um colapso em sua casa em Hollywood Hills. Sua mãe e seu marido disseram que a atriz não abusava de remédios prescritos ou que sofresse de algum distúrbio alimentar.

(pop & arte) 'Volte, por favor', disse mãe de Brittany Murphy em ligação de emergência



Ampliar FotoFoto: Reuters

A atriz Brittany Murphy, morta aos 32 anos no domingo (20). (Foto: Reuters)

Uma chamada de emergência revela os esforços para reviver a atriz Brittany Murphy na manhã em que ela morreu. Na gravação divulgada nesta sexta-feira (8) é possível ouvir a mãe de Murphy, Sharon, chorando e dizendo ao funcionário de plantão que a atriz não estava respirando. O responsável dá instruções a Sharon sobre como tentar ressuscitar a atriz.

Ainda na ligação, a mãe de Murphy diz ao funcionário que ninguém viu sua filha ter o colapso e acrescenta que a atriz tinha se sentido doente e enjoada.

Sharon ainda pode ser ouvida gritando em um trecho da gravação de oito minutos, suplicando à sua filha que "volte, por favor".

Brittany Murphy foi encontrada no banheiro de sua casa em Hollywood Hills em 20 de dezembro e declarada morta em um hospital local. Médicos legistas estão aguardando os resultados dos exames toxicológicos para determnar como ela morreu.


(planeta bizarro) Agência de emprego oferece vaga de 'striptease' a desempregada na França



Uma agência governamental de emprego francesa propôs a uma jovem de Paris que estava há dois anos desempregada uma oferta de trabalho de "animadora de chat para adultos", ou seja, "striptease" pela internet

Foto: Reprodução/Le Parisien

Jovem vai trabalhar como 'animadora de chat para adultos'. (Foto: Reprodução/Le Parisien)

"Animações de chats para adultos, trabalho de dia e de noite. Aceitamos candidatos sem experiência, o salário varia de 1,4 mil euros a 2 mil euros", detalhou reportagem desta sexta-feira no jornal "Le Parisien". 

Após a surpresa inicial, a candidata enviou seu currículo "porque o trabalho em um chat não exige um grande envolvimento". 

Pouco depois recebeu uma ligação informando que para o seu novo trabalho não era necessário um teclado, mas sim um telefone e uma câmera para encenar cenas de sexo pela internet e, se o cliente quisesse, até fazer "striptease". 

Para esclarecer seus possíveis temores, disse que os vídeos não seriam armazenados e que nem sua família ou amigos poderiam reconhecê-la. 

(cinema) ‘High school musical’ brasileiro troca basquete por futebol


'High school musical - o desafio': futebol no lugar do basquete. (Foto: Divulgação/ Ique Esteves)

No lugar do basquete, o futebol. Em vez do sotaque californiano, o acento carioca. 
                  
As diferenças entre “High school musical – o desafio”, que estreia no país nesta sexta-feira (5), e a sua contraparte original norte-americana são pontuais. Mas, para César Rodrigues (de "Um menino muito maluquinho"), o primeiro longa coproduzido pela Disney no país tenta fugir um poucos das questões territoriais.  


"Não quis construir uma escola tipicamente brasileira. Preferi manter essa fantasia. Era assim comigo quando eu via aqueles filmes da ‘Sessão da tarde’, ficava fantasiando sobre outro mundo”, justifica. “O Brasil vai estar nesse filme através dos atores. Quando eles gingam na música, driblam no jogo de futebol, eles estão sendo tipicamente brasileiros, porque é esse o nosso pais”. 
Com o elenco selecionado através de um concurso televisivo e participação especial da cantora Wanessa, o filme é um musical padrão - repleto de figurantes nas coreografias que mais confundem do que ajudam o espectador menos acostumado quando um diálogo vai se transformando em música. 

O roteiro também é simples. Olavo (Olavo Cavalheiro – os personagens têm os mesmos nomes dos atores) e Renata (Renata Ferreira) se encontram na volta das férias e começam a gostar um do outro. Entre os projetos extracurriculares da escola, ambos se interessam pelo concurso de canto, que fica lotado de concorrentes após a visita da ex-aluna e cantora de sucesso Wanessa, que será uma das juradas da competição.

Entre muitos desencontros do casal principal, Olavo consegue convencer o time de futebol a se inscrever com ele no concurso, enquanto Renata recruta o talentoso Felipe (Fellipe Guadanucci) par ao seu time. Mas todos têm que lutar contra as armações da mimada Paula (Paula Barbosa), irmã mais nova de Felipe e líder do grupo Paula e as Invisíveis, que faz de tudo para que o grupo de seu irmão não concorra à final. 

O abrasileiramento do filme se dá um pouco nas músicas, cantadas em português, e também na troca do esporte praticado por Olavo: o futebol de salão. Se engana quem acha que a mudança facilitou o trabalho. “Olha, eu até brincava de jogar futebol, mas para fazer as coreografias a gente teve que treinar bastante. No final, eu que não fazia nem duas embaixadinhas estava passando das 40 no set”, lembra Olavo. 

Ampliar FotoFoto: Divulgação / Ique Esteves

Renata e Wanessa fazem dueto em 'High school musical - O desafio'. (Foto: Divulgação / Ique Esteves)


Wanessa

Outro momento exclusivo do “High school” nacional é a presença de uma cantora famosa no elenco, Wanessa. A filha de Zezé di Camargo abandonou recentemente o sobrenome e anda buscando uma carreira mais adulta, voltado para o público fã de R&B, mas diz ter adorado fazer um filme infanto-juvenil. “É quase um sonho realizado. Eu sempre adorei musicais, fiz teatro e dança quando era adolescente. Escolhi a música por paixão, mas fazer um musical no cinema foi incrível”, conta. 
Atrevido
O “High school” brasileiro também é mais atrevido. A cena do beijo do casal de protagonistas que rendeu polêmica e curiosidade entre os fãs em “High school musical 2” acontece no final da versão nacional. “O público espera esse beijo, e como não sabemos se vamos ter uma sequência, achei mais honesto deixar ele já no nosso primeiro filme. Sem contar que aqui nós não temos problemas com isso. É um beijo só, os adolescentes se beijam todo dia”, explica Rodrigues. 

Apesar de se precaver sobre a falta de um segundo filme, Rodrigues acha que o potencial do mercado e da indústria local é grande, e que a Disney pode seguir investindo em longas nacionais. “Esse é só o primeiro filme que a Disney faz no Brasil e ficou no mesmo nível dos internacionais. O objetivo agora é o contrário, fazer um filme brasileiro para a Disney lançar no resto do mundo”.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Lançamentos


RAUL SEIXAS - "10.000 ANOS À FRENTE"




Divulgação
Gravadora: Universal
Mercadologicamente falando, Raul Seixas é quase o nosso Elvis – fenômeno imortal que garante vendas constantes e ainda rende um extra em datas especiais, como os 20 anos da morte do cantor e compositor baiano, celebrados em 2009. Ainda dentro desse clima, a Universal lança a caixa “10.000 anos à frente”, com seis álbuns de Raul – sua estreia solo “Krig-ha, bandolo!”, acompanhado dos também essenciais “Gita”, “Novo aeon” e “Há dez mil anos atrás”, além de dois discos de versões de clássicos do rock “Raul rock Seixas” e “30 anos de rock”. Os discos de inéditas marcam a fase de ouro do Maluco Beleza e sua parceria com Paulo Coelho. Vendo e ouvindo os álbuns juntos, é possível entender melhor a carreira de Raul e sacar um pouco do seu projeto estético, místico e sempre doidão. Além disso, os álbuns vêm com faixas-bônus como quitutes, como a boa “Caroço de manga”, da trilha sonora da novela “A volta de Beto Rockfeller”. Faltou apenas um capricho maior para transformar a caixa em um objeto de desejo mais definitivo. Ao invés de um livro falando sobre os discos, ela é acompanhada de um encarte magro que não deve atrair nem o mais fervoroso fã.(AMAURI STAMBOROSKI JR.)

  
SCORPIONS - "AMAZÔNIA - LIVE IN THE JUNGLE"

















Divulgação
Gravadora: Sony
Não se engane – esse DVD, gravado durante a turnê dos Scorpions pelo Brasil em 2008, entrega menos do que parece prometer sua capa equatorial e o seu inconfundível título “Amazônia – Live in the jungle”. Na verdade a única parte ao vivo do vídeo que se passa na Amazônia é uma sequência de cinco músicas em Manaus, que é acessível apenas como extra. Além disso, há um “documentário” que consiste em cinco minutos de vídeo com o Scorpions voando em um pequeno avião particular sobre a floresta a partir de Belém, a convite do Greenpeace, para observar o desmatamento local. O show principal do DVD foi gravado em Recife, com qualidade de especial para algum canal de TV. Deixando de lado todo a farofa em que consiste a mera existência do grupo alemão, é impressionante observar como um grupo de pioneiros do hard rock ficou tão refém das próprias baladas – não importa o quão pesadas sejam as outras faixas, nada vai levantar tanto a plateia quanto “Wind of change” e “Still loving you”, faixas imortais das madrugadas das rádios FM. É bom que a aposentadoria chegue logo. (ASJ)

ARMANDINHO - "VOLUME 5"




















Divulgação
Gravadora: Independente

Escolher um gênero pode ser uma armadilha ou uma benção para um artista – depende dos seus objetivos artísticos e econômicos. Ao dar preferência por uma forma polida e pop reggae, Armandinho optou por uma faixa de público, praieira, urbana e classe média, e deve lhe render uma confortável carreira e aposentadoria. Ao norte do litoral paranaense talvez soe estranho para os fãs que o cantor que apareceu em 2006 com “Quando Deus te desenhou” já esteja em seu quinto álbum, mas o fato é que a voz de Armandinho assombra a gélida costa gaúcha e as paradisíacas praias catarinenses há uma década. Para não dizer que nada mudou, “Amor de primavera” tem uma guitarra à Men At Work, e Alceu Valença se materializa na Praia da Brava na versão de “Como dois animais”. De resto, é a trilha perfeita para os ‘surfistas calhordas’ dos Replicantes. (ASJ)
QUASI - "AMERICAN GONG"










Divulgação
Gravadora: Kill Rock Stars
Veteranos da cena lo-fi que ameaça voltar junto com as nostalgias dos anos 90 que abrem o novo ciclo de revival da nova década de 10, o Quasi mostra que é possível evoluir e envelhecer nesse meio sem deixar a sinceridade de lado. Com três pesos pesados do indie na produção (Steve Fisk, Tucker Martine e Dave Fridmann) “American gong” traz o agora trio pegando pesado nas guitarras, como em “Black dogs & bubbles” e “Little white horse”, mas sem esquecer das baladas delicadas e estranhas, como “The jig is up”. O baixo da recém-incorporada Joanna Bolme (Stephen Malkmus & The Jicks) ajuda a sustentar os momentos mais freaks do ex-casal Sam Coomes (vocal, guitarras, teclados) e Janet Weiss (vocal e bateria), e a banda parece se reinventar para a nova geração – ouçam com atenção, crianças, porque eles têm muito para contar.  (ASJ)